terça-feira, maio 31, 2005

Termómetro do amor próprio

A auto-estima começa a formar-se na infância, a partir da forma como nos educam e nos tratam, ou seja, as experiências do passado exercem influência significativa na auto-estima quando adultos. Perde-se a auto-estima quando se passa por muitas decepções, frustrações, em situações de perda, ou quando ninguém reconhece o que fazemos. Sentimentos de culpa e necessidade constante de aprovação, criticas e autocríticas, culpa, abandono, rejeição, carência, frustração, vergonha, inveja, insegurança, medo, humilhação, raiva e principalmente: perdas e dependência (financeira e emocional) poderão ser os sintomas mais frequentes de falta de amor próprio. Detectá-los a tempo é o primeiro passo para aprendermos a gostar de nós. Vê aqui como está a tua temperatura. Auto-Estima alta Normalmente, domina-se as situações, mesmo se são muito difíceis. Gosta-se de empreender novos projectos e não nos detemos na rotina. Comunicamos de forma directa quando desejamos alguma coisa. Esperamos sempre o melhor das pessoas que nos rodeiam. Aprendemos com os erros e não perdemos tempo com lamentações inúteis. Não procuramos a aprovação ou a opinião dos outros para fazermos coisas. Tratamos do aspecto pessoal e sentimo-nos bem com o nosso próprio corpo. Auto-Estima média Pedimos desculpa com muita frequência. Agimos de forma passiva em quase todas as reuniões, sejam elas de trabalho ou sociais. Muitas das vezes, evitamos os cumprimentos por nos serem incómodos. Não temos caprichos pessoais, pois consideramo-nos um desperdício. Deixamos, quase sempre, os outros começar e dirigir as conversas. Apoiamos as nossas opiniões em comentários de outras pessoas. Custa-nos muito pedir a alguém uma coisa que gostamos muito. Costumamos deixar sempre as coisas para última hora. Auto-Estima baixa Usamos expressões radicais como “sai-me tudo mal” ou “não presto para nada”. Se não atingimos uma meta achamos que a nossa vida é um erro. Impedimos o desenvolvimento da nossa própria personalidade com afirmações do tipo “nunca vou conseguir mudar” Procuramos a aprovação e o prazer dos outros sem pensar nas nossas próprias necessidades. Desvalorizamos os nossos feitos, atribuindo-os à sorte. Angustiamo-nos demasiado com os problemas. Assumimos a culpa e os erros que outros cometem.

5 Deram-se a conhecer:

Blogger JNM disse...

Depois de um casamento frustado, um divórcio complicado, uma criança que agora tem 2 anos e 5 meses, e depois de um incêndio em minha casa em que só fiquei com a roupa do corpo, o relógio e a mala que levei nesse dia para o escritório... continuo a viver... e não me queixo. Como já disse aqui, não dominamos a nossa vida. Esse pensamento é uma ilusão. Logo o único caminho é sair das situações. Como? Saindo, ora! como haveria de ser...E com tanto que há para fazer não resta nenhum para ser lamechas... Toca a andar.

11:31 a.m.  
Blogger Quica disse...

Nem sempre é fácil aceitar que temos uma auto-estima baixa. Diria que a minha, neste momento, se enquadra no "padrão" médio mas, sei que já foi muito baixa. Ter "subido" um pouco já é um primeiro passo. Bjs

1:20 p.m.  
Anonymous Anónimo disse...

quanto a mim,tenho lembranças de uma juventude de muito pouca autoestima. Felizmente cresci e aprendi...a melhor me apreciar. Creio que o Amor veio mesmo a calhar para me fazer mudar.Agora posso dizer que estou mais para cima que para baixo da tabela, embora possa por vezes estar mais para o meio... Tenho o termometro em temperatura adequada. E é o que desejo a todos pois demasiada alta estima pode ser chamada "orgulho" ,nao ?!

2:15 p.m.  
Anonymous Anónimo disse...

A minha autoestima anda entre a média e a altissima, dependendo da taxa do IVA.

9:18 a.m.  
Anonymous Anónimo disse...

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11:18 a.m.  

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