segunda-feira, maio 22, 2006

Quem és tu?

É mesmo a questão de assumir quem somos que pode trazer problemas. Eu sei quem sou! Mas será que me mostro sempre tal e qual sou?...Ou vamos compondo com o que somos, e com o que pensamos que os outros pensam que nós somos?!!! Sei mesmo quem sou! Não sei como os outros me vêem Comment's passaram a Post's

14 Deram-se a conhecer:

Blogger Out of Time disse...

Luigi Pirandello, escritor de teatro do final do sec. XIX tem um romance bom na sequencia do texto "Um, ninguem e cem mil".

10:47 p.m.  
Blogger Alma Minha disse...

Eu por vezez pergunto, quem sou eu?
Boa semana
Bjs

10:49 a.m.  
Blogger Quica disse...

Saber quem somos e assumir esse "ser" pode, de facto, ser uma grande diferença. Eu nem sei mesmo se sei quem sou. Tento "conhecer-me" a cada dia que passa mas, tenho consciência que, daquilo que sou ao que os outros vêem, vai uma distância abismal.
Bjs gdes para ti que me conheces como, talvez, ninguém.

1:00 p.m.  
Blogger João C. Santos disse...

Feliz quem sabe quem é, feliz quem sabe o que é...

felizes são os tolos...

10:06 p.m.  
Anonymous Anónimo disse...

Eu às vezes não me reconheço, outras conheço-me bem demais! Somos assim, todos diferentes e todos iguais, nuns dias menos, noutros mais. O que somos hoje poderemos não ser amanhã. O importante é gostarmos de nós como somos e termos consciência de que somos o melhor que conseguimos, mesmo que nem sempre os outros entendam.

Beijos amiga

10:33 p.m.  
Anonymous Anónimo disse...

continuo a pensar isto mesmo ...
Mas é certo, que os outros, são o espelho que nos devolve a imagem de quêm somos ...
Por vezes decepcionados, por vezes entusiasmados, temos porém necessidade de ter esse retorno de imagem.
bjs

1:12 p.m.  
Blogger Caracolinha disse...

Grande verdade amiga ... !!!!

Mas eu sei quem sou ... e por isso, digo-te ... sou uma caracolinha capricorniana que ficou muito feliz com a tua visita lá à casquinha !!!!

Beijoca minha linda !!!!

5:48 p.m.  
Anonymous Anónimo disse...

É, às vezes gostaria de saber como algumas pessoas me veem. Gostaria de saber se é da mesma maneira que me mostro para elas!

Acontecem situações inesperadas que nos fazem por vezes reagir de uma maneira, também para nós, inesperada. É muito interessante testarmo-nos a nós prórios. É esse mesmo o gozo que nos dá o passar dos anos, vermos que afinal somos mutáveis e isso significa que vamos vendo as coisas de uma amneira diferente.

8:43 p.m.  
Blogger JNM disse...

Quanto de nós não é fruto de nós mesmos mas é produzido por nós? Quanto do que produzimos sobre nós é fruto de nós? O que de nós é falso mas autêntico? E o que é verdadeiro e é vago? Quanto de nós é nosso? O que somos quando somos nós? Seremos mesmo nós quando dizemos que sabemos quem somos? Somos o que queremos ser? Ou o que desejaríamos que fossemos?

Sei lá quem sou. Sou eu...? Serei alguma vez?

9:54 p.m.  
Blogger ordePadamaR disse...

Dúvido que cada um de nós se conheça assim tão bem...ou até se isso é relevante, a partir do momento em que sabemos o que não somos.

Parece, mas não é exactamente o mesmo.

I am That ! Nisargadatta Maharaj - foi convincente, para mim.

1:53 a.m.  
Blogger M&M disse...

Sei que não me conheço tão bem como às vezes gostaria, geralmente porque me surprendo comigo mesmo nas alturas mais estranhas... mas estranho mesmo é ver que pessoas que me conhecem à tanto tempo, mas que afinal nunca me viram como realmente sou... será que é assim tão dificil?

9:50 a.m.  
Blogger ordePadamaR disse...

Para Françana:

«O conhecimento do que se me apresenta envolve um movimento duplo de atenção: silenciar o familiar e receber o estranho.
Cada vez que me aproximo de um objecto, pessoa ou acontecimento estranho, tenho a tendência de deixar que as minhas necessidades presentes, experiências passadas ou expectativas de futuro, determinem o que vejo. Se quero apreciar a unicidade de cada dado, devo ter suficiente noção das minhas ideias preconcebidas e distorções emocionais características, para as pôr entre parênteses, o tempo suficiente para receber a estranheza e a novidade, no meu mundo perceptivo. Esta disciplina de pôr entre parênteses, compensar ou silenciar, requer um sofisticado conhecimento de si próprio e honestidade corajosa. No entanto, sem esta disciplina, cada momento presente, é apenas a repetição de algo já visto ou vivido. Para que surja a genuína novidade, para que a presença única das coisas, pessoas ou acontecimentos se enraíze em mim, devo empreender a descentralização do ego»

"A um Deus que dança"

10:51 p.m.  
Anonymous Anónimo disse...

Para ORDEPADAMAR :
obrigado pela atenção!
Vou meditar nisso ...
bjs

12:20 p.m.  
Blogger Lya disse...

nós somos akilo k os outros fazem de nós
por mais k a gente saiba exactamente como é no fundo... os outros só percepcionam akilo k mostramos ser!

bjinhos

4:33 p.m.  

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