O céu é o limite...
A sexualidade humana é um tema universal, gerador de múltiplas possibilidades e dependente dum considerável número de factores.
Nós, a nível sexual, possuímos umas teclas pequeninas e há que tocá-las todas ou quase todas. Se tocarmos sempre as mesmas teclas, a “música” torna-se bastante aborrecida.


17 Deram-se a conhecer:
O Kamasutra é a biblia da sexualidade. Atenção que não pára no 69, é a nossa própria imaginação que faz o resto, não havendo limites para o prazer! A isto chamo paixão, o amor é?.....
E não é que este Post faz todo o sentido?
Realmente o problemas das relações entre duas pessoas é esse mesmo...tocar sempre as mesmas teclas. Penso que é inevitável ao fim de algum tempo, pois cai-se na rotina e essa é a grande destruidora de "lares". Que fazer então? Tocar outras teclas, ou tocar noutras teclas?
Beijos miga
Podendo ter alguém que toque essas teclas será o ideal. De resto, a coisa pode andar oprimida. E quando isso acontece não é bom. Mas quando podemos dar asas a toda aquela fúria deliciosa... a toda aquela depravação instalada... Isso é que é.
variedade é
1 para cada gaja um menu diferente
2 para cada gaja um menu completo (tem de tudo)
ora, menu completo será igual para todas, logo, retira variedade
por isso opto pela primeira
O amor, no seu conjunto, não se reduz à emoção nem ao sentimento, que não são senão alguns dos seus componentes. Um elemento mais profundo, e de longe o mais essencial de todos, é a vontade, que tem o papel de modelar o amor no homem. Na amizade - ao contrário do que sucede na simpatia - a participação da vontade é decisiva.
Para que a musica nao seja aborrecida...visita-me
e não só no sexo, há uma infinidade de pianos pela vida fora, variar é o mote! um beijo!
por outro lado poderiamos pensar que se gostamos os dois da mesma "musica" não hà problema em toca-la varias vezes ...
O que importa é que estejamos os dois a vibrar pelas mesmas musicas e que sejamos capazes também de variar o registro ao longo dos anos partilhados !
Até agora não nos aborrecemos !...
Para além de ser importante tocar em todas as teclas, devemos ter ter presente a escala e a partitura. Podemos centrar a nossa atenção nalgumas teclas durante algum tempo, desde que saibamos conjugar o dó, com o ré, com o si, com o fá...
Ah, como eu gosto de música :)
Desconhecida, este texto faz todo o sentido e deve até funcionar como um alerta :)
Beijinhos.
Se a sexualidade tem teclas, eu cá sou um piano de cauda de 8 oitavas... dos grande... ihihiihihih
Beijos
Eu diria mais, não querendo banalizar a questão, a rotina torna as coisas banais e sem sentido...
ora o sexo tem mesmo é que ser imaginativo e divertido e por isso o céu é que é o seu limite
É o que eu chamaria de "concerto para piano - ou órgão - a quatro mãos". De preferência em adagio.
Blog bem estruturado.
sem limites
jocas maradas
certamente...
a rotina... provoca monotonia...
e a monotonia aborrece...
bjs
Quando quiseres estás à vontade...
obrigada pela visita
beijocas
As oitavas, minha cara... As oitavas. São elas que realmente fazem toda a diferença.
Podem-se tocar as mesmas notas, mas sabendo variar as oitavas, parece sempre diferente, sem que se compreenda bem a diferença.
Agora, quando se mudam as notas, aí sim, muda-se por completo a partitura.
E, afinal, o que conta realmente são os pormenores!
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