segunda-feira, novembro 07, 2005

O céu é o limite...

A sexualidade humana é um tema universal, gerador de múltiplas possibilidades e dependente dum considerável número de factores. Nós, a nível sexual, possuímos umas teclas pequeninas e há que tocá-las todas ou quase todas. Se tocarmos sempre as mesmas teclas, a “música” torna-se bastante aborrecida.

17 Deram-se a conhecer:

Anonymous Anónimo disse...

O Kamasutra é a biblia da sexualidade. Atenção que não pára no 69, é a nossa própria imaginação que faz o resto, não havendo limites para o prazer! A isto chamo paixão, o amor é?.....

7:36 p.m.  
Anonymous Anónimo disse...

E não é que este Post faz todo o sentido?
Realmente o problemas das relações entre duas pessoas é esse mesmo...tocar sempre as mesmas teclas. Penso que é inevitável ao fim de algum tempo, pois cai-se na rotina e essa é a grande destruidora de "lares". Que fazer então? Tocar outras teclas, ou tocar noutras teclas?

Beijos miga

8:40 p.m.  
Blogger JNM disse...

Podendo ter alguém que toque essas teclas será o ideal. De resto, a coisa pode andar oprimida. E quando isso acontece não é bom. Mas quando podemos dar asas a toda aquela fúria deliciosa... a toda aquela depravação instalada... Isso é que é.

10:04 p.m.  
Anonymous Anónimo disse...

variedade é

1 para cada gaja um menu diferente
2 para cada gaja um menu completo (tem de tudo)

ora, menu completo será igual para todas, logo, retira variedade

por isso opto pela primeira

10:50 p.m.  
Blogger Reino do Algarve disse...

O amor, no seu conjunto, não se reduz à emoção nem ao sentimento, que não são senão alguns dos seus componentes. Um elemento mais profundo, e de longe o mais essencial de todos, é a vontade, que tem o papel de modelar o amor no homem. Na amizade - ao contrário do que sucede na simpatia - a participação da vontade é decisiva.

Para que a musica nao seja aborrecida...visita-me

11:51 p.m.  
Blogger ivamarle disse...

e não só no sexo, há uma infinidade de pianos pela vida fora, variar é o mote! um beijo!

8:38 a.m.  
Anonymous Anónimo disse...

por outro lado poderiamos pensar que se gostamos os dois da mesma "musica" não hà problema em toca-la varias vezes ...
O que importa é que estejamos os dois a vibrar pelas mesmas musicas e que sejamos capazes também de variar o registro ao longo dos anos partilhados !
Até agora não nos aborrecemos !...

10:35 a.m.  
Blogger Rui disse...

Para além de ser importante tocar em todas as teclas, devemos ter ter presente a escala e a partitura. Podemos centrar a nossa atenção nalgumas teclas durante algum tempo, desde que saibamos conjugar o dó, com o ré, com o si, com o fá...

11:17 a.m.  
Blogger MariaOnLine disse...

Ah, como eu gosto de música :)
Desconhecida, este texto faz todo o sentido e deve até funcionar como um alerta :)
Beijinhos.

11:19 a.m.  
Blogger Cabisbaixo disse...

Se a sexualidade tem teclas, eu cá sou um piano de cauda de 8 oitavas... dos grande... ihihiihihih

Beijos

12:19 p.m.  
Blogger lampejo disse...

Eu diria mais, não querendo banalizar a questão, a rotina torna as coisas banais e sem sentido...

2:50 p.m.  
Blogger Mocho Falante disse...

ora o sexo tem mesmo é que ser imaginativo e divertido e por isso o céu é que é o seu limite

9:51 p.m.  
Blogger Zénite disse...

É o que eu chamaria de "concerto para piano - ou órgão - a quatro mãos". De preferência em adagio.

Blog bem estruturado.

11:37 p.m.  
Blogger Su disse...

sem limites
jocas maradas

11:40 p.m.  
Blogger Isabel Filipe disse...

certamente...

a rotina... provoca monotonia...
e a monotonia aborrece...


bjs

9:47 a.m.  
Blogger Perola Granito disse...

Quando quiseres estás à vontade...

obrigada pela visita

beijocas

1:40 p.m.  
Anonymous Anónimo disse...

As oitavas, minha cara... As oitavas. São elas que realmente fazem toda a diferença.

Podem-se tocar as mesmas notas, mas sabendo variar as oitavas, parece sempre diferente, sem que se compreenda bem a diferença.

Agora, quando se mudam as notas, aí sim, muda-se por completo a partitura.

E, afinal, o que conta realmente são os pormenores!

10:53 p.m.  

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